Rótulos, embalagens e marcas: por que a Flexo & Labels Expo também interessa a quem pensa produto

A Flexo & Labels Expo costuma ser vista, naturalmente, como uma feira para gráficas, convertedores, fornecedores e profissionais ligados à produção de rótulos, etiquetas e embalagens. Essa leitura está correta, mas é incompleta. A inovação em rótulos e embalagens não interessa apenas a quem imprime. Ela também importa para quem desenvolve produtos, posiciona marcas, gerencia […]
O novo papel do fornecedor na indústria gráfica: de vendedor de máquina a parceiro de projeto

Em uma feira de tecnologia gráfica, é natural comparar máquinas. O visitante observa equipamentos em funcionamento, analisa amostras, avalia velocidade, acabamento, largura, configuração, recursos disponíveis e possibilidades de aplicação. Tudo isso faz parte do processo de decisão e continua sendo importante, mas, em um mercado cada vez mais técnico, competitivo e complexo, comparar máquinas já […]
Da amostra ao projeto real: o que uma gráfica precisa validar antes de investir em uma nova solução

Em uma feira de tecnologia gráfica, as amostras cumprem um papel importante. Elas tornam a inovação visível. Mostram qualidade de impressão, acabamento, textura, brilho, definição, efeitos especiais e combinações de materiais que ajudam o visitante a imaginar novas possibilidades para sua operação. Uma boa amostra chama atenção. Aproxima a tecnologia da realidade do mercado. Permite […]
Feira não termina no estande: por que o pós-venda deve entrar na decisão antes da compra

Em uma feira de tecnologia gráfica, é natural que a atenção se volte primeiro para o que aparece de forma mais imediata: máquinas em operação, amostras bem acabadas, demonstrações técnicas, velocidade, precisão, recursos de acabamento e possibilidades de aplicação. Tudo isso importa. Uma feira existe justamente para aproximar o mercado das soluções que podem transformar […]
Sustentabilidade na prática: o que realmente muda dentro da operação de impressão

Sustentabilidade se tornou um dos temas mais recorrentes no mercado de rótulos e embalagens. Está em apresentações, relatórios, eventos e discursos institucionais. Ainda assim, quando se olha para o dia a dia da operação, nem sempre está claro o que, de fato, muda. Parte do problema está na forma como o tema foi construído. Durante […]
Flexo, offset ou híbrido: a escolha certa não é sobre tecnologia, é sobre estratégia

Durante muito tempo, a escolha entre flexografia, offset e digital foi tratada como uma decisão essencialmente técnica. Cada processo ocupava um espaço relativamente definido, com vantagens conhecidas e aplicações mais ou menos delimitadas. Essa lógica ainda aparece em muitas conversas do setor, mas perdeu força na prática. O motivo é simples: o problema que a […]
Redução de custos na impressão: onde a operação realmente perde dinheiro (e como corrigir)

Quando o tema é redução de custos na impressão de rótulos e embalagens, a análise costuma começar pelo investimento em equipamentos. É uma abordagem natural, mas, na maioria dos casos, insuficiente. O principal problema não está no custo de aquisição. Está na forma como a operação foi estruturada para produzir. É nesse nível que a margem se define, ou se perde. Ao longo do tempo, pequenas ineficiências passam a ser incorporadas ao dia a dia como algo normal: setups demorados, desperdício recorrente, retrabalhos pontuais, instabilidade em determinadas aplicações. Isoladamente, cada um desses fatores pode parecer controlável. Somados, eles criam um padrão de perda contínua que raramente aparece de forma explícita nos indicadores financeiros. Reduzir custos, portanto, não é apenas uma questão de gastar menos, mas de entender onde a operação perde valor sem perceber. O custo real da operação não é totalmente visível Em muitas empresas, o controle de custos se apoia em métricas diretas: investimento, consumo de insumos, horas produtivas. Esses dados são importantes, mas não capturam toda a realidade da produção. O custo real é distribuído ao longo do processo. Ele aparece no tempo necessário para estabilizar uma máquina após cada troca, no material consumido até atingir o padrão de qualidade esperado, nas intervenções necessárias para corrigir desvios e na dificuldade de prever com precisão quanto um trabalho vai demandar em termos de tempo e recurso. Esses elementos não são necessariamente tratados como “erro”. Muitas vezes, são vistos como parte do processo. O problema é que, quando se tornam recorrentes, deixam de ser exceção e passam a definir o custo estrutural da operação. Setup: um dos principais pontos de perda e um dos menos questionados O tempo de setup é um exemplo claro dessa dinâmica. Em um cenário com aumento de SKUs, maior fragmentação de tiragens e necessidade de respostas mais rápidas, o número de trocas cresce. Com isso, o impacto do […]
Depois da ExpoPrint 2026: o que realmente ficou para quem produz rótulos e embalagens

A ExpoPrint 2026 terminou. Os corredores cheios, as máquinas em operação e os lançamentos chamaram atenção, como sempre acontece. Mas, para quem produz rótulos e embalagens, o que realmente importa não é o que foi visto durante a feira. É o que permanece depois dela. E o que ficou não foi uma tecnologia dominante, nem uma resposta simples para o futuro da produção. O que ficou foi mais claro e mais exigente. O mercado não está mais discutindo qual tecnologia vence. Está tentando entender como operar melhor dentro de um cenário que ficou, definitivamente, mais complexo. A discussão deixou de ser tecnológica. Passou a ser operacional. Durante anos, o setor se apoiou em comparações diretas: flexografia, offset, digital. Cada tecnologia ocupando seu espaço, cada fornecedor defendendo seu território. Essa lógica perdeu força. O que a ExpoPrint evidenciou não foi a superioridade de um processo sobre o outro, mas a necessidade de combinar diferentes soluções de forma inteligente. A operação deixou de ser linear. Tornou-se modular. Hoje, o desafio não está em escolher uma tecnologia. Está em montar a configuração certa para cada tipo de demanda. Tiragens mais curtas convivem com volumes maiores. Versionamento cresce. Prazos encurtam. A complexidade aumenta. Nesse cenário, a eficiência não vem de uma máquina isolada, mas da forma como o processo inteiro se organiza. A automação deixou de ser diferencial. Virou condição para margem. Outro ponto que ficou evidente é que a automação não é mais um tema de inovação, é um tema de sobrevivência operacional. Mais SKUs, mais variações, mais exigência de qualidade e menos tolerância a erro. Esse é o ambiente atual. Operações que ainda dependem de intervenção constante, ajustes manuais e decisões baseadas em tentativa e erro passam a carregar um custo invisível que, ao longo do […]
OEE em 2026: por que eficiência agora define margem, não só produtividade
Durante muito tempo, produtividade foi tratada como sinônimo de competitividade. Imprimir mais metros por hora parecia, por si só, a resposta para pressão de custo e prazo. A realidade da impressão de rótulos e embalagens mudou: mais SKUs, tiragens menores, mais trocas por turno, maior exigência de qualidade e margens cada vez mais comprimidas. Nesse […]
A Rotatek traz o mundo para Barcelona em uma iniciativa para gerar novas receitas com embalagens

Mudrika se prepara para instalar a primeira Rotatek Universal 850 da Ásia. Por Noel D’Cunha O Grupo Vinsak anunciou que o Grupo Mudrika instalará a primeira impressora Rotatek Universal 850 da Índia. Esta será também a primeira instalação mundial da Universal 850 configurada para aplicações de embalagem. A impressora de nove cores possui sete unidades offset e duas flexográficas e uma linha […]
